sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Círculo de paz

1. Preparar o espaço. Colocar no centro da roda um pano com vela, incenso, água, terra, representando os 4 elementos - água, fogo, terra e ar. (Na Kabum nada de velas ou incenso, pra não disparar o alarme contra incêndio!!). Além disso, objetos que façam o papel do bastão da fala (se não tiver o bastão pronto, p. ex. uma pedra, um cristal). E papéis cortados e canetas coloridas, um para cada participante.
2. Receber o grupo. Explicar a simbologia dos objetos, como funciona o bastão da fala (só quem está com o bastão é que pode falar) e o primeiro momento da dinâmica (papel com qualidade).
4. Cada um escreve no papel um valor que traz para o trabalho de equipe.
5. Alguém pega um dos objetos e começa a falar do valor que traz. O bastão da fala passa por toda a roda, até chegar naquele que começou.
6.  Depois alguém pega outro objeto (pedra, por ex.) e conta uma experiência que viveu em que o grupo/equipe em que estava foi bem sucedido, teve um bom resultado. Depois o objeto vai passando e outras histórias são contadas.
7. Encerramento (de novo a pedra circula): Como estão se sentindo? O que acharam da atividade?

Círculo de paz

Aula da turma de vídeo, com círculo da paz. Alunos atentos, focados, calmos. Todas as experiências relatadas tinham algum problema/conflito no meio e que, ao ser ultrapassado, deixou a sensação de confiança, união, realização, vitória, etc. Graças ao conflito a história não foi esquecida: trouxe um aprendizado importante, ficou na memória e entrou para a coleção de histórias daquele que a vivenciou.

Essa dinâmica (veja no banco de dinâmicas) deveria ser feita com todas as turmas. Assim a gente institui desde o início essa forma de diálogo, que privilegia uma escuta atenta. E quando acontecer um conflito, não vai ser tão extranho sentar em roda e ouvir o que o outro tem a dizer, a partir de seus sentimentos.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Mapa do tesouro

Hoje acompanhei a turma de vídeo, com Noale. No primeiro tempo ela fez atividades corporais (ocupação do espaço, espelho, hipnotismo, canudos e molduras). Não pude acompanhar essa parte pois saí para comprar o mapa.

No segundo tempo, o tesouro: as histórias de vida dos nossos jovens. Comentários lindos na conversa sobre a atividade, "tanto sofrimento", como "nossas vidas são definidas pelos detalhes": pais que se conheceram olhando pela janela, ou indo passear no Largo do Machado, ou derrubando algo no hospital...


Falam com simplicidade de problemas tão grandes: irmão bebê que se perdeu quando foram para o orfanato, pai que é como um coelho, tem filhos de montão; o pai alcólatra; a mãe que sumiu no dia do nascimento da filha e só voltou tempos depois; o avô português casado com a avó indígena; o retrato do Brasil ali "ao vivo", como eles comentaram.